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Guaraná Antarctica e Ambev levam a originalidade de Maués para o mundo

24.11.2010 20:00

A marca, em parceria com o governo do estado, investe na profissionalização do produtor rural e desenvolvimento sustentável da região. Neste ano a Ambev gerou cerca de 700 empregos no Estado

É de Maués, pequena cidade no interior da Amazônia, de onde sai 100% do fruto base para a produção de toda a família Guaraná Antarctica no Brasil e em países como Japão e Portugal. Como berço genético do refrigerante da Ambev mais consumido do mundo, e presente em mais de 1 milhão de pontos-de-venda em todo o País, a cidade recebe atenção especial da companhia. Em 2010 a Ambev, junto com o Guaraná Antarctica, investiu cerca de R$ 5,5 milhões na região e até 2013 terá investido cerca de R$ 70 milhões.

Maués também é sede da Fazenda Santa Helena com mais de mil hectares de terras, onde 50% são utilizadas para o estudo do guaraná e a outra metade da área é reserva legal. Centro de estudos para o melhoramento genético do produto, a área conta com a maior variabilidade de plantas de guaraná em um único local. A fazenda é utilizada, como um núcleo de estudos de aprimoramento do fruto e os resultados do trabalho são compartilhados com todos os produtores da região. Além disso, alguns dos frutos que só existem na fazenda Santa Helena, são usados na produção do refrigerante original do Brasil. O Guaraná Antarctica mantém ainda na cidade uma fábrica de extrato de guaraná, matéria prima para toda a linha de produtos da marca.

Segredo da fórmula do Guaraná Antarctica

Os frutos estudados na fazenda Santa Helena dão origem ao extrato da bebida que é o ponto de partida para todo o mistério que envolve a fórmula do Guaraná Antarctica. O segredo é guardado a sete chaves e apenas duas pessoas na companhia, denominadas ‘guardiões’, conhecem o segredo da fórmula original do refrigerante. Esses dois profissionais têm suas identidades encobertas e nunca viajam juntos. Desde o início do século passado, a composição do Guaraná Antarctica manteve suas características sensoriais (sabor, aroma e corpo), porém evoluiu na tecnologia do processamento, embalagem, visual e nas técnicas de melhoramento genético desenvolvidas na Fazenda Santa Helena.

Desenvolvimento sustentável: Projeto Maués

Parte do processo de crescimento na região Amazônica se fortaleceu quando o Guaraná Antarctica aderiu ao projeto Zona Franca Verde, desenvolvido pelo governo do Estado em 2003. Desde então, o Guaraná Antarctica destina investimentos para o “Projeto Maués”, que foi criado na década de 80 para viabilizar investimentos e desenvolvimento para a cidade de Maués. Com o aporte do Guaraná Antarctica, diversos recursos possibilitaram o incremento sustentável da região que inclui desde a capacitação dos produtores rurais, geração de emprego até a viabilização de moradias para a população local.

Guaraná Antarctica e Maués: lendas e mistérios

A relação do Guaraná Antarctica com Maués é intrínseca. Conhecida como a Terra do Guaraná, foi na região que surgiram os primeiros relatos do consumo do fruto, no século XVII, pelos índios saterê-mawé, primeiros habitantes da região. Os índios também foram os primeiros a extrair uma bebida do fruto.

Contudo, foi graças à empresa que o consumo de Guaraná ganhou escala de produção. Aprimorando a descoberta dos indígenas, eles conseguiram eliminar a adstringência e o amargor natural da fruta. Essas características limitavam o potencial da bebida para conquistar os consumidores, mas não eram eliminadas pela tecnologia disponível no início do século, quando eram esboçados os primeiros estudos sobre a utilização da fruta em refrigerantes.

Com a fórmula aprimorada, a companhia deu início à produção do Guaraná Champagne Antarctica, que era assim chamado por ser uma bebida espumante. Os pequenos frutos vermelhos no formato de um olho deram início ao negócio, que ultrapassou as fronteiras amazônicas, chegando a outros estados brasileiros. O Brasil é praticamente o único produtor de guaraná do mundo, à exceção de pequenas áreas plantadas na Venezuela e no Peru, onde o cultivo comercial também é praticado.

O Guaraná Antarctica é fabricado com o extrato da própria fruta (100% da região amazônica), o que conserva suas características principais. O significado do guaraná está associado à atmosfera lendária da região amazônica, é um arbusto trepador que pode atingir até 10m de extensão. Os Índios Maués foram os primeiros a se dedicar ao cultivo do fruto, devido às suas notáveis propriedades afrodisíacas. Fundado em 1798, Maués fica a 260 quilômetros de Manaus, e significa na língua indígena “Terra dos Papagaios Falantes”.

Santa Helena: berço do Guaraná Antarctica

É na Fazenda Santa Helena, localizada em Maués, que a companhia desenvolve as melhores técnicas de cultivo de Guaraná, a matéria-prima para o tão conhecido Guaraná Antarctica. A Fazenda é utilizada exclusivamente como núcleo de estudos de aprimoramento para a excelência do cultivo do fruto e os resultados do trabalho são compartilhados com os produtores da região, que melhoram sua produtividade do guaraná de Maués.

Para desenvolver este trabalho de aprimoramento a Ambev teve parceria com a GTZ (Agência Alemã de Cooperação Técnica), com a ASTMUS (Associação de Técnicos Agrícolas de Maués). Hoje conta com o apoio da Prefeitura de Maués, com o governo do Estado e do IDAM (Insituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do Estado do Amazonas). Várias ações já foram realizadas por meio destas parcerias. Entre os principais resultados estão capacitações de mais de 200 produtores, implementação do PegÁ (Programa de Excelência do Guaraná), publicação de cartilha sobre melhoria do sistema tradicional de produção de guaraná baseados em princípios agroecológicos, doação de mudas de pupunha e leguminosas para adubação verde da região, entre outros.

Inicialmente, a Antarctica comprava o fruto de guaraná diretamente de fornecedores da região de Maués. O fruto era transportado até São Paulo para a produção do extrato e distribuído às unidades engarrafadoras. Em 1962 entrou em atividade uma fábrica para a extração do guaraná em Maués. Em 1971, a Antarctica iniciou suas atividades de fomento e pesquisa na região com a aquisição da Fazenda Santa Helena. Uma área de 1.070 hectares, que se transformou em um grande laboratório experimental.

O guaraná, antes cultivado de forma extrativista pelos agricultores da região, passou a ser estudado para o desenvolvimento de práticas mais eficientes, como a determinação do melhor tipo de solo e combate de pragas. Foi lá também que se descobriu a importância do ecossistema original na produção do fruto.

Dia do Guaraná: troca de experiências

Todos os anos, centenas de produtores rurais da região de Maués participam do Dia do Guaraná, promovido pela Ambev no município no mês de novembro. O encontro gera capacitação e treinamento de agricultores e técnicos agrícolas. Na ocasião, são apresentadas palestras e exibidos materiais com o objetivo de disseminar as melhores práticas de cultivo do fruto.

No Dia do Guaraná, os produtores ainda fazem uma visita técnica à Fazenda Santa Helena, onde a empresa mantém o maior banco genético do fruto do mundo. No local, os convidados conhecem o viveiro de mudas, os diferentes processos de beneficiamento do guaraná e equipamentos e implementos que aperfeiçoam a produção do fruto. Além disso, a Ambev doa anualmente aos produtores mudas de guaraná geneticamente superiores, com o objetivo de contribuir para o aumento da produtividade dos agricultores locais.

Festa do Guaraná: reverencia as origens

Entre os dias 25 e 27 de novembro, Maués promove um retorno às origens com a Festa do Guaraná, uma das mais tradicionais comemorações da região. O evento, que atrai turistas de vários estados, tem duração de três dias. O evento foi criado para homenagear o produtor de guaraná e incentivar a cultura de sustentação econômica do Município de Maués, atraindo novos investimentos e projetando o produto além de suas fronteiras.

A celebração conta com desfile, apresentação de bandas típicas e a eleição da Rainha do Guaraná. Cada candidata cria suas fantasias com folhas, frutos ou algo relacionado ao guaraná. O ponto alto da celebração é a encenação da lenda do guaraná, feita pelos índios nativos. A lenda com a história da índia Sateré-Mawé e sua paixão por um jovem guerreiro de uma tribo inimiga dos Sateré-Mawé.

A Lenda do Guaraná

Diz a lenda que um dia, Cereçaporanga, a mais bela índia da tribo dos Maués se apaixonou por um índio de uma tribo inimiga. A bela Cereçaporanga fugiu com seu amado e eles foram perseguidos pelas duas tribos rivais. Os amantes se abraçaram pedindo aos céus um auxílio. O deus Tupã, que tudo via, lançou um raio sobre os dois.

Todos pensaram que eles tinham morrido. Mas Tupã os havia levado para permanecer abraçados no céu. E onde o raio tocou o solo, Tupã fez brotar uma fruta que lembrava os olhos cheios de paixão e energia da índia Cereçaporanga: a fruta do Guaraná.
Família Guaraná Antarctica: inovações com sabor único

A produção de Maués garante a qualidade do Guaraná Antarctica e todas as suas inovações. Nos últimos dois anos o portfólio da marca tem passado por grande movimentação. A última novidade foi o lançamento de Guaraná Açaí, produto que tem como ponto forte a brasilidade e traz dupla energia, já que possui extratos naturais do guaraná e do açaí, frutos que possuem características semelhantes: são fontes de energia, de origem amazônica, podem ser plantados na mesma área e já são consumidos juntos em outras ocasiões.

A marca investe constantemente em sua plataforma jovem. Neste ano, a marca participou ativamente de reality shows como o BBB10, A Fazenda e Busão do Brasil. Em 2009, a marca foi patrocinadora do Guaraná Antarctica Snowboard, campeonato de snowboard que levou neve para o meio da Praia de Botafogo.

No verão de 2008, em parceria com a Kibon, a marca lançou o picolé Kibon Guaraná Antarctica, que introduziu a marca em um novo segmento. O produto, que é o primeiro picolé de refrigerante no mundo, ficou no mercado até abril do mesmo ano e teve sua produção esgotada.
Em setembro de 2007, o Guaraná Antarctica lançou a edição do Guaraná Antarctica Ice, com efeito cooling. O primeiro refrigerante do Brasil com esta característica permanece no mercado até os dias atuais. No seu lançamento, o produto vendeu em uma semana o volume programado para um mês. Um ano antes, no período da Copa do Mundo, a marca colocou no mercado uma edição limitada de Guaraná com toque especial de frutas que foi sucesso de vendas.

Ambev e Amazonas

A Ambev está presente no Amazonas desde 1940, quando iniciou a produção do Guaraná Antarctica. Atualmente a companhia possui uma fábrica e três unidades de produção de insumos no estado. No total, a Ambev emprega cerca de 1.500 funcionários, entre próprios e terceirizados em suas unidades de negócio amazonenses.

A Filial Maués, antiga Antarctica, produz o extrato de guaraná para a fabricação do Guaraná Antarctica. Arosuco Aromas é responsável pela fabricação de concentrados de refrigerantes e abastece todas as fábricas de refrigerantes da Ambev. A Filial Manaus é a fábrica de bebidas da Ambev no Amazonas. A unidade, que abastece os estados do Amazonas, Roraima, Pará e Acre, produz as cervejas Skol, Antarctica e Brahma; além dos refrigerantes Pepsi, Pepsi Twist, Sukita, Guaraná Antarctica, Baré, Soda e Tônica. Neste ano a Filial Manaus teve sua capacidade de produção aumentada em 36%. A unidade foi a primeira beneficiada pelo plano da companhia de investir R$ 2 bilhões no Brasil em 2010.

Ainda em Manaus fica o Centro de Distribuição Direta de Bebidas da Ambev, o CDD Miranda Corrêa, que abastece os mercados de Manaus, Itacotiara, Parentins, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Balbina, Tefé, Envira, Boca do Acre e Maués (cujas entregas são realizadas por embarcações fluviais – balsas).

A Ambev mantém contrato com a Arosuco Rolhas responsável pela produção das rolhas metálicas (tampinhas metálicas para garrafas de bebidas), que abastece todas as unidades da Ambev no País. Manaus ainda é sede do Centro de Distribuição Direta de Bebidas da Ambev. O CDD Miranda Corrêa, como é chamado, abastece os mercados de Manaus, Itacotiara, Parentins, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Balbina, Tefé, Envira, Boca do Acre, Maués (cujas entregas são realizadas por embarcações fluviais  -  balsas).

Contribuir para a preservação ambiental do estado faz parte da atuação da Ambev no Amazonas. O reaproveitamento de subprodutos é realizado em todas as unidades da companhia. Cerca de 96% destes materiais gerados no processo de fabricação de bebidas da Filial Manaus são reaproveitados. Por exemplo, o bagaço de malte resultante da produção de cervejas, é utilizado na alimentação de gado.

A Ambev levou o Programa Reciclagem Solidária para o Amazonas. A iniciativa proporciona aos catadores de recicláveis ferramentas e gestão. O objetivo é os cooperados possam atingir melhores resultados com a venda de material reciclável coletado. No Amazonas, a Arpa, cooperativa de Manaus, é a beneficiada.

Unidades de negócio da Ambev no Amazonas:

. Arosuco Rolhas (fabricação de rolhas metálicas) . Arosuco Aromas (fabricação de concentrados de refrigerantes). Filial Maués (fabricação de extrato de guaraná). Filial Manaus (fabricação de bebidas – cervejas e refrigerantes). Centro de Distribuição Direta em Manaus

Sobre o Guaraná Antarctica

O Guaraná Antarctica  (www.guaranaantarctica.com.br) é o refrigerante líder absoluto no segmento guaraná, com 39% de participação de mercado no Brasil. É distribuído em cerca de 1 milhão de pontos-de-venda em todo o País. O último lançamento da marca foi o Guaraná Antarctica Açaí. O portfólio também conta com a edição Ice, primeiro refrigerante do Brasil com esta característica, efeito cooling, além do Guarah, bebida levemente gaseificada, zero açúcar e com suave sabor da versão original.

Sobre a Ambev

Ser a “Melhor Empresa de Bebidas do Mundo em um Mundo Melhor”. Esta é a missão da Ambev, empresa de capital aberto, sediada em São Paulo, no Brasil, com operações em 14 países das Américas (Argentina, Brasil, Bolívia, Canadá, Chile, El Salvador, Equador, Guatemala, Nicarágua, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela). Dona de um portfólio de “estrelas” como Antarctica, Brahma, Bohemia, Skol, Original, Stella Artois; os refrigerantes Guaraná Antarctica, Soda, Pepsi e Sukita, além das inovações H2OH! e Guarah!, a Ambev é líder no ranking das cervejarias na América Latina.

Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Ambev tem em seus funcionários – 30 mil só no Brasil – sua maior fortaleza. Por isso, investe continuamente no desenvolvimento e sucesso de sua Gente, que é incentivada a se sentir dona da companhia e pensar grande. Pioneira, desenvolve o Programa Ambev de Consumo Responsável há sete anos, fazendo campanhas de conscientização sobre o uso indevido do álcool, norteadas pelas premissas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Sua reconhecida excelência em gestão gera retorno aos seus acionistas e garante atuação sustentável. No terceiro trimestre de 2010, atingiu volume de vendas de 39,3 milhões de hectolitros de bebidas e receita líquida de R$ 6 bilhões, um crescimento de 12,6% em relação ao mesmo período de 2009. Referência em práticas ambientais, a Ambev assumiu o compromisso de reduzir ainda mais o consumo de água (11%), a emissão de CO2 (10%) e também reaproveitar quase a totalidade (99%) dos resíduos da produção, até 2012.

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