17 de maio de 2012

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Valores Ambientais

Movimento CYAN

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Iniciativa busca mobilizar sociedade para perceber o valor da água.

Projeto Bacias

Milton Seligman, VP de Relações Corporativas da Ambev, na inauguração, em parceria com o WWF-Brasil, do viveiro para o projeto de recuperação de bacias no DF.

 olho 

Estímulo ao consumo consciente e adoção de bacias hidrográficas são algumas das diretrizes do Movimento CYAN.

Engajar todos que reconhecem a importância e a escassez do recurso hídrico. Esse é o nosso objetivo com o "Movimento CYAN - Quem vê a água enxerga seu valor", ampla campanha de mobilização e conscientização da sociedade para o uso racional desse recurso natural.

Contando com as parcerias de prestigiadas instituições científicas e de organizações não governamentais, a iniciativa manifesta a postura responsável da Ambev em relação à captação, tratamento e preservação das nascentes de cursos d'água.

O Movimento CYAN tem três pilares principais:

(1) Alertar - Despertar a atenção da sociedade para a importância e a urgência de falar sobre o tema;

(2) Preservação e recuperação - Adotar medidas ecoeficientes que preservem esse recurso natural, tanto na atividade industrial  e na cadeia produtiva da Ambev, como estimulando a criação de novas tecnologias socioambientais para cuidar dos recursos hídricos em geral, de modo a proporcionar valor para as diversas comunidades direta e indiretamente relacionadas a esses ecossistemas;

(3) Educação e conscientização - Ações que gerem informação e aprendizado, provendo a criação e difusão de conteúdo e recursos que permitam à sociedade alcançar um patamar mais elevado de consciência sobre o assunto.

Conheça as ações atuais e o que já foi feito pelo Movimento CYAN, desde seu lançamento, no Dia Mundial da Água (22/03) de 2010.

As ações do Movimento CYAN

1. Banco CYAN

O Banco CYAN é mais impactante desdobramento do "Movimento CYAN - Quem vê água enxerga seu valor".

Por meio do Banco CYAN, as pessoas têm acesso à média de consumo de água de seu imóvel e à medida que diminuam (ou até mesmo mantenham) o consumo, ganham pontos que podem ser usados como desconto em sites de compras na internet.

Com essa iniciativa, a Ambev quer estimular o consumo racional da água e ajudar na conscientização das pessoas quanto à relevância desse tema, recompensando aqueles que conseguirem diminuir a utilização do recurso.

O Banco CYAN está disponível para quem é atendido por três concessionárias: Cedae (do Rio de Janeiro), Sabesp )de São Paulo) e Codau (Uberaba-mG). Em um ano, mais de 80 milhões de litros de ágia já foram economizados pelos inscritos no programa.

A medida não atinge quem não tem a conta individualizada (caso da maioria dos edifícios), uma vez que a identificação do cliente será feita pelo número do registro da conta de água. Nesse caso, os condomínios poderão fazer o registro e os descontos revertidos em compras para o edifício.      

Outras parcerias com concessionárias de água poderão ser firmadas para que a iniciativa seja estendida a outros estados do país.

Banco CYAN - O passo a passo

(1) Quem entrar no site www.bancocyan.com.br pode cadastrar o registro geral do seu imóvel (RGI), número que está nas contas de água.

(2) Após o cadastro, o interessado acessa as regras e opta por aceitar ou não integrar a iniciativa.

(3) Caso aceite, o interessado registrará seu e-mail de contato e irá escolher em cima de qual histórico de consumo de água do imóvel ela quer que a média seja calculada.

(4) Cadastro e opção feitos, dentro de dois dias úteis a pessoa receberá por e-mail o dado da sua média de consumo.

(5) Se a meta for atingida na próxima conta, ela ganha pontos que podem ser trocados por descontos nos sites de compras Americanas.com, Submarino.com., ShopTime e Ingresso.com, e ainda para assinar revistas da Editora Abril.

2. Adoção de bacias hidrográficas - Parceria com o WWF-Brasil

Mantemos uma parceria com o WWF-Brasil, ONG voltada para a conservação da natureza. O projeto de Recuperação de Bacias é uma iniciativa ambiciosa dentro do Movimento Cyan cuja missão é promover melhorias nas condições dos recursos hídricos nas bacias hidrográficas que abastecem as 34 fábricas da Ambev no Brasil.

A primeira etapa do projeto envolve as bacias hidrográficas dos rios Paranoá e Corumbá, no Distrito Federal, que servirão de piloto e laboratório de testes. Os aprendizados e soluções testadas e aprovadas ali pelo WWF-Brasil, parceiro do projeto, serão valiosas na expansão do projeto para as demais regiões, minimizando custos e riscos e aumentando as chances de sucesso.

Devido à complexidade da primeira etapa, que levará três anos para ser concluída, não há prazo para extensão das atividades para as outras bacias envolvidas no projeto.

As bacias do Distrito Federal foram selecionadas por estarem em situação de vulnerabilidade, segundo um estudo que levou em conta o grau de ameaça ambiental e o nível de organização social local em torno do tema.

Além disso, as duas ficam localizadas em um dos biomas mais ameaçados do Brasil, o cerrado, em uma região, o Planalto Central, onde se formam algumas das mais importantes bacias hidrográficas do país, como as do São Francisco e do Paraná. Servem assim como modelos para o estudo da gestão e conservação das maiores bacias hidrográficas do país. O fato de abastecerem a capital federal permitirá ainda dar mais visibilidade ao tema, alem de servir como símbolo da conservação.

A Recuperação de Bacias no Distrito Federal tem duas frentes principais.

A primeira envolve a recuperação de áreas degradadas e de nascentes na microbacia do rio Crispim, pertencente à bacia do rio Corumbá, onde há uma fábrica da Ambev. Ali, o WWF-Brasil irá mobilizar e envolver a comunidade local para a elaboração de um plano de recuperação, que identificará as áreas mais degradadas e desenhará as ações, envolvendo a sociedade sempre que possível.

A outra frente se dá pelo apoio à atuação organização do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Paranoá, organização formada por representantes da sociedade civil organizada (universidades, ONGs), setores usuários de água (empresas, companhias de abastecimento, produtores rurais) e governos. Entre outras responsabilidades, os comitês de bacias hidrográficas são responsáveis por regular o uso dos recursos hídricos da região.

Como em outras iniciativas do Movimento CYAN, a sensibilização da sociedade para a conservação da água tem papel fundamental. É a partir da ampliação da consciênciado conhecimento para a importância e vulnerabilidade dos recursos hídricos que as comunidades se mobilizam e se organizam em torno das ações necessárias para garantir sua proteção e regular seu uso.

3. Produção consciente

Meio ambiente é uma das nossas prioridades. E ações de preservação fazem parte da rotina de gestão de nossas unidades fabris. A Ambev é referência em melhores práticas ambientais graças ao desempenho do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), adotado há 19 anos em todas as fábricas para estabelecer e monitorar a evolução contínua da ecoeficiência.

Todas as unidades têm metas para reduzir a captação e a quantidade de água usada para produzir suas bebidas, diminuir o consumo de energia e a emissão de poluentes e aumentar o índice de reciclagem dos resíduos.

Até 2012, a Ambev adotou a meta, como compromisso assumido com a sociedade, de reduzir para 3,5 litros o consumo de água utilizado na produção de 1 litro de bebida e em 10% a emissão de CO2. Além de reaproveitar 99% dos resíduos gerados nas fábricas. Esses são objetivos globais, traçados pela Anheuser-Busch InBev, e que levarão a companhia a atingir seu sonho de ser a melhor empresa de bebidas do mundo em um mundo melhor.

As mais recentes conquistas da Ambev:

• Quatorze das 33 fábricas da companhia no Brasil já reaproveitam 99% dos seus subprodutos.

• Em 2010, 98,2 % dos subprodutos gerados no processo de fabricação de bebidas foram reaproveitados, o que resultou em uma receita extra de R$ 80,3 milhões para a companhia.

• Dentre as 10 cervejarias do grupo Anheuser-Busch Inbev no mundo com os melhores índicadores de consumo de água por litro de cerveja, cinco são da Ambev.

• As unidades de Curitiba (PR), de Goiânia (GO), de Minas Gerais e de Camaçari (BA), por exemplo, consomem 3,3 litros. Já a de Brasília, 3,2 litros.

• As fábricas que produzem exclusivamente refrigerantes têm índices expressivamente baixos. A unidade de Sapucaia, no Rio de Janeiro, e a de Jundiaí, em São Paulo, por exemplo, consomem apenas 1,56 litro para cada litro de refrigerante produzido.  

• Nos últimos oito anos, a companhia conseguiu reduzir seu índice de consumo de água em mais de 27%.  A água é um recurso prioritário para a Ambev, pois representa 95% da cerveja. Preservá-la é vital para a sustentação dos negócios a longo prazo.

• A companhia tem diversificado sua matriz energética, dando prioridade ao uso de biomassa e biogás. Isso colaborou para a redução de 35% da emissão de CO2 obtida nos últimos cinco anos.

4. Cálculo da pegada hidrológica - Parceria com a USP-São Carlos

Calcular a nossa pegada hidrológica, ou seja, o consumo de água da Ambev em toda sua cadeia produtiva - da produção de matérias-primas até a chegada das bebidas ao consumidor final. Esse é o objetivo da nossa parceria com a Universidade de São Paulo (USP) - campus São Carlos.

Com a mesma força com que atrai recursos de qualidade para a fabricação, distribuição e vendas de seus produtos, a empresa deseja engajar seu enorme leque de fornecedores no processo de mudança para a nova economia que surge, cada vez mais atenta ao impacto ambiental e à justiça social, mantendo sua atratividade econômica.

Como protagonista dessa transformação, a Ambev sabe que deve dar o exemplo. Apesar de se orgulhar das sucessivas reduções nos níveis de uso de recursos hídricos em seus processos de produção nos últimos anos e dos índices de padrão mundial no consumo de água por litro de produto, a empresa deseja melhorar ainda mais seus resultados e será a primeira a mapear sua Pegada Hidrológica.

A conscientização sobre a importância da água e a mobilização para sua conservação serão etapas fundamentais para essa transformação. A Ambev deseja contribuir para ampliar a consciência e o engajamento não apenas dos fornecedores, como também dos públicos internos, colaboradores e acionistas.

Com os consumidores finais, desejamos estabelecer relações ainda mais estreitas e estimular seu papel de agentes de transformação do comportamento empresarial.

A Ambev acredita que o compromisso comum que nasce desse engajamento em torno de uma visão de futuro compartilhada expande os significados das relações comerciais e aproxima os parceiros, entre si e com a sociedade.

Como será o projeto - A fase de mapeamento e medição, finalizada em 2010, a equipe técnica da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo irá identificar todas as etapas que compõem a cadeia de produção de cerveja da Ambev e de seus fornecedores e medir o consumo de água em cada atividade.

Com base nesse diagnóstico, o centro de pesquisa desenhará recomendações e diretrizes para otimizar o uso do recurso, dando início à segunda fase, de elaboração de projetos para efetivamente reduzir o consumo de água.

A metodologia utilizada para o cálculo da pegada hidrológica foi desenvolvida e aperfeiçoada pela Water Footprint Network, uma rede de organizações que estudam e compartilham informações sobre como medir e reduzir o consumo de água.

No caso da Ambev, serão medidos os impactos ao longo de toda a cadeia de produção, desde a extração de matérias-primas até a distribuição e venda dos produtos. Por se tratar de uma cadeia de produção muito longa e difícil de ser inteiramente mapeada, o cálculo da Pegada Hidrológica será feito de duas maneiras distintas.

Nos processos internos da Ambev e nos de seus fornecedores diretos, onde se concentra o maior consumo de água da cadeia, os técnicos da USP-São Carlos examinarão as características de cada atividade realizada para identificar exatamente o consumo envolvido.

Para a medição das etapas anteriores do processo, que envolvem os insumos e matérias-primas utilizadas pelos fornecedores, assim como levantar o consumo das etapas posteriores à produção da Ambev, como distribuição e vendas, o cálculo será aproximado, utilizando os bancos de dados do Water Footprint Network, que oferece listas de atividades e o consumo de cada uma delas em diversas regiões do mundo e para diferentes atividades econômicas.

A etapa de redução não tem prazo para ser iniciada ou concluída, pois depende do estudo das oportunidades surgidas na etapa de diagnóstico e da elaboração de projetos para redução, o que pode envolver desde investimentos no desenvolvimento de novos equipamentos até a mudança de comportamento de integrantes da cadeia.

Em todas as etapas, as equipes promoverão workshops e ações de engajamento dos fornecedores para sensibilizá-los para a importância de oferecer produtos com menor impacto ambiental sobre as fontes de água.

O que é pegada hidrológica - O indicador foi criado pela ONG holandesa Water Footprint Network, que explicita consumos diretos e indiretos de água de uma pessoa, comunidade ou organização.

A pegada é definida como o volume total de água pura utilizada ou contaminada no processo de produção dos serviços e bens oferecidos por uma empresa ou consumidos por um indivíduo ou uma comunidade. Além de determinar o volume, a pegada possibilita saber ainda onde e em que momento esse consumo foi feito, o que também ajuda a calcular impactos ambientais e sociais causados.

O consumo direto refere-se ao volume de água líquida utilizada pelo indivíduo, comunidade ou empresa. Estão incluídos aí  os litros usados para beber e cozinhar, na limpeza doméstica ou industrial e em processos de produção, como resfriamento de equipamentos.

O consumo indireto diz respeito à água embutida nos produtos de uso pessoal e doméstico e nos insumos consumidos nas atividades comerciais e industriais. Essa água também é chamada de água virtual. Em geral, o consumo indireto de um indivíduo, por meio de seus hábitos de consumo, é muito maior que o consumo direto.

Ao lançar o projeto da Pegada Hidrológica, pretendemos utilizar nosso protagonismo junto ao grande conjunto de empresas que compõem nossa cadeia de produção. O objetivo é ampliar ainda mais a consciência sobre o uso consciente dos recursos hídricos e multiplicar as conquistas realizadas nos últimos anos.

5. Plataforma digital do Movimento CYAN

Um dos mais completos acervos de informação geral sobre água em língua portuguesa, o site do Movimento CYAN (www.movimentocyan.com,br) tem centenas de reportagens desenvolvidas especialmente para o site, acompanhadas de vídeos e infográficos sobre a água em diversas dimensões: cultura, saúde, tecnologia, meio ambiente e consumo consciente.

O site tem ainda textos sobre as linhas de ação do Movimento CYAN, a atuação da Ambev na área ambiental, as parcerias da companhia com instituições governamentais e não governamentais, entre outras informações.

O conteúdo é divulgado em uma multiplataforma digital, integrando o site a diversas redes sociais: Facebook, Twitter, YouTube, entre outras.

Desenvolvido e mantido pela Ambev, o site tem a edição de Rodrigo Vergara, reportagens de Yuri Vasconcellos e desenvolvimento da Tv1.COM.

Para ativar o engajamento da sociedade com a causa, a Ambev desenvolveu um site exclusivo para o Movimento CYAN, com ampla divulgação nas redes sociais. Com reportagens exclusivas sobre tema água, a iniciativa estimula pessoas de todo o Brasil a pensar e trocar informações sobre o consumo consciente de água.

Acesse: www.movimentocyan.com.br

6. Patrocínio ao Festival Gastronomia Sustentável

O Banco CYAN, mais nova iniciativa do Movimento CYAN, patrocina a primeira edição do Festival Gastronomia Sustentável, lançado em julho em São Paulo.

Na ação, que se estenderá por seis meses, alguns dos principais  restaurantes da cidade são desafiados a reduzir o impacto no meio ambiente. Para isso, o óleo de cozinha utilizado pelos estabelecimentos será coletado, eles plantarão mudas para compensar a emissão de carbono e adotarão metas para reduzir o consumo de água.

A redução do consumo de água éstimulada com o cadastramento dos restaurantes no Banco CYAN, uma iniciativa da Ambev em parceria com a concessionária de água do Estado de São Paulo, a Sabesp.

Com a conta no banco, os estabelecimentos terão acesso à média de consumo de água, acompanham o seu desempenho e, à medida que reduzem o consumo, acumulam pontos que podem ser trocados por descontos em sites de compras, como Americanas.com, Submarino.com, ShopTime e Blockbuster.

Outras ações

Além da redução do consumo de água, o festival também promove a coleta consciente do óleo de cozinha usado pelos restaurantes. O óleo utilizado é encaminhado para a fabricação de biodiesel. Esta é a única forma de garantir o retorno não danoso do produto à natureza.

Também estão sendo plantadas mudas para compensar a emissão de carbono dos restaurantes. O carbono liberado pelos estabelecimentos participantes da ação será mensurado para gerar um plantio de mudas que compense em, pelo menos, 50% a emissão do gás. As mudas serão plantadas em local indicado pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e também no cinturão da reserva de Morro Grande, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente de Cotia.

Alguns chefs testão preparando receitas especiais para o festival. Esses novos pratos estarão inseridos no conceito de economia de água e óleo. Além disso, os restaurantes participantes vão apresentar cartazes e folhetos sobre a iniciativa e também com dicas para que o cliente possa colaborar com a redução do impacto no meio ambiente.

Assim, ao apresentar aos consumidores os restaurantes que respeitam o meio ambiente, o Gastronomia Sustentável deverá gerar ainda uma nova e importante forma de avaliação por parte do público para a escolha do local onde saborear as refeições: o comprometimento da casa com o meio ambiente.

7. Apoio à expedição 'Amazônia - um drop solidário', da ONG Waves For Water

Em parceria com o "Movimento CYAN - Quem vê água enxerga seu valor", da Ambev, entre outras empresas, a ONG Waves for Water (W4W), do surfista Jon Rose, e a agência Loducca realizaram em maio deste ano o projeto "Amazônia - um drop solidário".

A expedição começou no dia 16 de maio na cidade de Macapá e prosseguiu até o dia 23 de maio, capacitando parte da população local a obter água limpa por um sistema de filtragem simples e prático.

Durante a expedição foram distribuídos 200 filtros de água potável para 13 comunidades ribeirinhas às margens dos rios Amazonas, Gurijuba e Araguari, o suficiente para assistir 20 mil pessoas. Os filtros que a ONG distribui  são portáteis, de fácil instalação e eliminam bactérias e protozoários.

Veja o vídeo sobre a expedição

Comunidades beneficiadas - Jon Rose e sua equipe viajaram de barco por cerca de 18 horas até chegarem à foz do rio Amazonas, onde se forma a Pororoca. Ao longo dos percursos de ida e volta e durante todo o tempo em que estiverem no local, aconteceram visitas às comunidades do entorno para a distribuição dos filtros. Receberam filtros as seguintes comunidades: Itamatatuba, Foz do rio Gurijuba, Sacola, Pracuuba, Princesa, Bom Amigo, Natal, Vai quem Quer, Tabaco, São Paulo e Santa Rosa.

Jon Rose aproveitou a oportunidade para surfar nas ondas do fenômeno Pororoca, conhecida como o Havaí das ondas de maré. São ondas que podem chegar a até dois metros de altura a uma velocidade de 30 quilômetros por hora. A expedição foi composta por oito pessoas, incluindo um cinegrafista especializado em câmeras subaquáticas.

Além de Jon Rose, participaram da expedição Christian Troy (diretor da Waves For Water), Guga Ketzer (vice-presidente de criação da Loducca), Mike Piscitelli (cinegrafista e fotógrafo), Jordan Tappis (ex-surfista profissional, roteirista e produtor musical), Vavá Ribeiro (fotógrafo), além de Sérgio Laus, Mark Choiniere e Gustavo Marcolini.

Toda a viagem foi gravada para um documentário. Jon também registrou o dia-a-dia da expedição no site: http://www.dropsolidario.com.br

Segundo Censo do IBGE (2010), na região Norte mais de 54% da população não tem acesso a água tratada.

 

8. Apoio à exposição 'Água na Oca'

Prosseguindo com uma das diretrizes do Movimento CYAN, o de mobilizar a sociedade para o uso racional da água, patrocinamos a exposição "Água na Oca", que exibiu a relação entre a água e o planeta, atraindo 200 mil visitantes à Oca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, entre 27/11/2010 e 08/05/2011.

A mostra teve curadoria de Marcello Dantas, diretor artístico na inauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, no ano de 2006, entre outros trabalhos. Ele contou com suporte de uma curadoria científica, liderada por Gustavo Accacio e Mário Domingos.

Centrando no valor do recurso natural para o Brasil e o seu povo, detentores do maior manancial em todo o mundo, Dantas aliou arte, ciência e tecnologia para ocupar os 8.000 m² do pavilhão com obras de arte, peças de acervo museológico, aquários reais e virtuais, fotografias e instalações audiovisuais e interativas.

O Movimento CYAN também participou, exibindo painéis que apresentaram a relação entre a água e cidadania, com exemplos práticos de economia deste recurso. Idealizada e realizada pelo Instituto Sangari em parceria com o Museu de História Natural de Nova York, a exposição teve origem na mostra "Water: H2O = Life", apresentada em 2007, no prédio no Central Park West.

Site: www.aguanaoca.com.br

9. Concurso jornalístico 'Água' - Parceria com a IPS

Visando incentivar a consciência sobre o valor da água, lançamos em junho um concurso Jornalístico em parceria com agência de notícias Inter Press Service (IPS). A iniciativa atraiu 218 inscrições de profissionais de toda a América Latina.

A jornalista Marina Aizen foi a vencedora do concurso. Ela é a autora da reportagem "Y sigue haciendo água", publicada em julho na revista VIVA, suplemento do diário argentino Clarín. Aizen, que assina a matéria ao lado do fotógrafo Hernán Rojas, recebeu um prêmio de US$ 5 mil.

Conforme regulamento, os jurados detiveram especial interesse sobre os trabalhos que abordavam temas como a gestão de recursos hídricos, condições de salubridade das fontes de água potável, saneamento e tratamento de água residual, uso responsável da água e impacto das mudanças climáticas no nível do mar.

Em segundo lugar ficou "Esto no es una pipa", reportagem escrita por Liliana Chávez e veiculada na revista Chilango sobre a rede de saneamento da Cidade do México. Já o terceiro posto ficou com Mabel Sarmiento, do jornal venezuelano Ultimas Noticias. Sua matéria trata da vida no entorno do rio Guaire, na Venezuela. Ambas ganharam um prêmio de US$ 3 mil cada.

As três matérias serão incluídas em um livro a ser editado pela IPS. Outros dois trabalhos foram escolhidos para integrar esse livro: a série de reportagens dos brasileiros Flávia Junqueira e Cléber Júnior, do jornal carioca Extra, sobre a vida de famílias que vivem às margens do rio Sarapuí, no Rio de Janeiro, que ficou em quarto lugar; e a quinta colocada, a reportagem de Federico Guillermo, "Uno de cada diez argentinos toma agua contaminada con arsênico".

A iniciativa soma-se ao Movimento CYAN, campanha lançada no Dia Mundial da Água (22/03/2010) pela Ambev para incentivar o uso consciente desse recurso natural.

Leia os textos vencedores do concurso:

"Y Sigue haciendo água", de Marina Aizen (Argentina) - 1º lugar no Prêmio Água 
"Esto no es una pipa", de Liliana Chavez (México) - 2º lugar no Prêmio Água
"El Guaire, 72 km de agua sucia recorren Caracas", a primeira da série de reportagens de Mabel Sarmiento (Venezuela) - 3º lugar no Prêmio Água 

10. Doação às vítimas da região serrana do Rio - Parceria com a ONG Waves for water

O Movimento CYAN  patrocinou em janeiro o projeto "Água Pura, Serra Viva". A operação começou na última quinta-feira (27/01), com a visita a Teresópolis (RJ) do surfista Jon Rose. Ele é fundador da Waves for Water, ONG conhecida por desenvolver uma solução prática de filtragem para regiões onde não há água potável - especialmente em locais atingidos por catástrofes naturais.

Em sua passagem pela região serrana do Rio, devastadas pelas enchentes e desabamentos, Jon Rose distribuiu 200 filtros e apresentou uma palestra para explicar o sistema, adotado no Chile e Haiti depois dos terremotos nesses países, em 2010.

O objetivo da ONG é capacitar moradores da região para que o projeto permaneça e prossiga depois da visita.  Militares ficaram com a missão de distribuir os filtros - portáteis e de fácil instalação, eles eliminam bactérias e protozoários. Cada aparelho é capaz de fornecer água para 100 pessoas.

Veja no Flickr da Ambev: Fotos da ação em Teresópolis (RJ)

11. Battle of Concepts

Para engajar os jovens na campanha pela preservação da água, lançamos um desafio no site Battle of Concepts (www.battleofconcepts.com.br). 

Os participantes deviam responder à seguinte pergunta: "Qual a sua estratégia para engajar o maior número de pessoas no Movimento CYAN?". As inscrições ficaram abertas até o dia 12/11/10.

A participação foi aberta a estudantes universitários ou jovens profissionais com perfil empreendedor, ideias inovadoras, formação superior e menos de 30 anos de idade. Os interessados tinham como desafio apresentar uma estratégia, listando projetos, ações e mídias, entre outras iniciativas, que possam ser usadas para engajar o maior número de pessoas - bem como empresas e governos - na causa do uso racional da água. A premiação foi de R$ 15 mil.

O portal Battle of Concepts ("batalha de conceitos") surgiu na Holanda em 2006 e chegou ao Brasil em junho de 2009. O site abriga desafios de grandes empresas direcionados a estudantes universitários e jovens profissionais com menos de 30 anos de idade.

12. Concurso de vídeos - Parceria com o Festival do Minuto

Com apoio da Ambev, por meio do Movimento CYAN, o Festival do Minuto convidou profissionais e amadores a produzir vídeos de até um minuto com o tema água. O concurso foi lançado em 1º de junho de 2010 e os trabalhos podiam ser enviados até 30 de setembro pelo site www.festivaldominuto.com.br.

Os vídeos inscritos foram exibidos em mostra ao ar livre no Parque da Água Branca, em São Paulo. E o resultado saiu em novembro de 2010, com um total de seis premiados.

O grande vencedor foi "Missão Possível", de Mayara Guimarães, de São Bernardo do Campo (SP). Ela ganhou o "Prêmio Aquisição Ambev" e um valor de R$ 4 mil. Sua produção mostra uma série de tentativas para resolver o sério problema de uma torneira que pinga.

Outros três vídeos receberam prêmios da Curadoria: "Friends", de Rodrigo Mathias; "Líquido", de Tania Gonzaga Souza; e "Gotas", de Gabriel Bitar - todos de São Paulo (SP). Cada um ganhou R$ 2 mil.

Receberam menções honrosas "Água Passa", de Bruno Benedetti, e "H2Ah!", de Patricia Bruni - ambos de São Paulo (SP). Todos os autores ganharam o Troféu Minuto.

Criado no Brasil em 1991, o Festival do Minuto é hoje o maior festival de vídeos da América Latina, tendo inspirado festivais similares em diversos outros países. Desde 2007, o Festival tornou-se permanente, recebendo filmes online e premiando os melhores trabalhos.

A parceria do Festival do Minuto com o Movimento CYAN reforça a importância de difundir o uso racional da água na sociedade. Com a iniciativa, o publico tem a oportunidade de assistir a vídeos que tratam desse tema.

13. Ações no Dia Mundial da Água 2011

No Dia Mundial da Água celebrado em 22 de março de 2011, anunciamoso Banco CYAN, com mídia nos cadernos de economia de dois jornais (Folha de S. Paulo e Estado de S.Paulo) em portais como o YouTube.

Promovemos ainda um evento em um espaço reservado dentro da mega exposição Água na OCA, instalada no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Com formato inovador, organizamos um debate sobre o tema água no qual 16 pessoas, entre especialistas, pesquisadores, profissionais de mídia, representantes do governo e de ONGS, entre outras pessoas, expuseram suas opiniões.

Participaram o publicitário Nizan Guanaes; o navegador e escritor best-seller Amyr Klink; o publisher Paulo Lima (Editora Trip); a jornalista Ana Luiza Herzog, da revista Exame; o artista Eduardo Srur; o engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz; (Esalq- USP), Eneas Salati, doutor em agronomia e livre docente da Cadeira de Física e Meteorologia; o consultor da GO Associados, Gesner de Oliveira; o presidente do Instituto-E, Oskar Metsavaht; a diretora do departamento de recursos hídricos do Rio Grande do Sul, Nanci Begnini Giugno; o campeão mundial de surfe de ondas grandes, Carlos Burle; o fundador da ONG Waves for Water, Jonathan Rose; o jornalista e editor do Site do Movimento CYAN, Rodrigo Vergara; funcionário de carreira da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA), Valério Maximo Gambogi Parreira; o representante do WWF-Brasil, Samuel Barreto; o publicitário e fundador e presidente da DryWash, Lito Rodriguez; O curador da exposição "Água na Oca", Marcello Dantas.

A apresentação do evento, que contou com a presença do deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ), ficou por conta do empresário Ricardo Young (ex-presidente do Instituto Ethos) e da apresentadora Cynthia Howlett.

Outra presença famosa foi a da atriz Pamela Anderson, ao lado do namorado Jonathan Rose, durante apresentação de como funciona o sistema de filtragem criado pela ONG americana Waves for Water.

Todo o conteúdo desses debates será disponibilizado no site do Movimento CYAN (www.movimentocyan.com.br).

14. Ações no Dia Mundial da Água 2010

Visando despertar a atenção da sociedade no Dia Mundial da Água (22/03/10), colorimos vários jornais e portais com a cor que representa o recurso natural (cyan).

No Parque do Ibirapuera, a companhia promoveu três atividades: um debate, para convidadoss e duas exibições abertas ao público.

No Porão das Artes (Fundação Bienal de São Paulo), promovemos um evento para falar da água sob diversos aspectos.

O escritor Daniel Munduruku fez uma palestra sobre "A relação do povo indígena com a água". Com mediação da jornalista Patricia Palumbo, um debate sobre "Políticas públicas e o consumo consciente da água" reuniu o economista Ladislau Dowbor, a ambientalista Marcia Brewster e a CEO do WWF-Brasil, Denise Hamu.

Em seguida, um painel reuniu o professor e arquiteto Renato Tagnin e o biólogo Samuel Barrêto (WWF-Brasil), num papo sobre "Gestão de Bacias Hidrográficas". A líder comunitária Vanete Almeida fez um depoimento sobre "O cotidiano com acesso restrito à água potável no sertão".

O jornalista americano Steven Solomon enviou uma mensagem em vídeo, comentando "o que pode alterar o cenário do futuro da água no planeta".

Na Marquise do Parque do Ibirapuera, o "Movimento CYAN" expôs duas atrações gratuitas: a escultura "A terceira margem do rio", do artista plástico Guto Lacaz; e a Casa Líquida, instalação interativa que apresentou o conceito de pegada hídrica, permitindo identificar o quanto se gasta de água para produzir cada item de uma casa.

15. Estímulo a projetos inovadores

Visando estimular a criação de práticas inovadoras de gestão ambiental, a Ambev lançou no dia 03/06/11, por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, uma campanha que desafia funcionários a desenvolver projetos relacionados à preservação e economia de água.

Neste ano, o tema principal da campanha é "Conservação de Água e Proteção de Bacias Hidrográficas".  As melhores práticas podem abranger diversas frentes (água, energia, subprodutos, emissões GHG, entre outras).

O concurso envolve cervejarias, centros de distribuição e centros de excelência da Ambev no Brasil e na América Latina. E as unidades da Anheuser-Busch InBev da Europa, Ásia e América do Norte também serão mobilizadas. Os melhores projetos de cada continente competirão entre si.

O objetivo é consolidar uma mentalidade de tolerância zero para desperdício de água e energia, de modo que os funcionários sejam agentes ativos para o desenvolvimento sustentável em suas comunidades.

O projeto vencedor da campanha global ganhará uma viagem para Buenos Aires, com direito a acompanhante, incluindo entradas para o evento "2011 Stella Artois World Draught Master Global Finals", que acontece em outubro.

O julgamento das atividades é feito por um time diversificado de representantes de diversas áreas da companhia e, neste ano, um representante do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP) fará parte do júri.

Em 2010, foram 567 projetos voluntários de Meio Ambiente em 21 países.

Mapa de Atuação

PaísMercado de cerveja (mm HL)Consumo per capita (litros)Capacidade instalada (mmHL)
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